Robô-pintor português em Manhattan

Um robô-pintor criado pelo português Leonel Moura integra uma exposição patente mo Museu de História Natural dos Estados Unidos da América. “É muito sensível à cor, e com base na cor que encontra vai construindo um quadro, uma pintura sempre original, nunca repete uma pintura”, diz o artista.
O Museu de História Natural, em Manhattan, passou a incluir nas suas mostras permanentes uma exposição em que a peça mais controversa é o robô RAP, um robô-pintor criado pelo português Leonel Moura. “A ideia foi criar um robot capaz de fazer a sua própria pintura e, portanto, desafiar a noção que nós temos de que a arte é uma coisa exclusivamente humana”, disse o artista à agência Lusa.
O RAP, descreveu, “é muito sensível à cor, e com base na cor que encontra vai construindo um quadro, uma pintura sempre original, nunca repete uma pintura”. “Hoje – disse ainda – , as pessoas reconhecem que existe a inteligência artificial, uma inteligência da máquina que simula um pouco a inteligência humana. Eu criei o que chamei a arte artificial, ou seja, uma máquina capaz de produzir uma arte que é parecida com a humana mas o não é”. A exposição, que levou dois anos a montar num espaço de mil metros quadrados, abriu no dia de ontem ao público em geral.

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